25/05 (07h57) - Atualizado em: 25/05 (07h57)

Piauí atinge 58% da cobertura vacinal

A dois dias do término da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, o Piauí vacinou aproximadamente 406 mil pessoas, atingindo 58% de cobertura vacinal prevista. O Estado alerta a população sobre a importância da imunização contra o vírus e suas complicações.

“O Estado do Piauí, através da Secretaria de Saúde, já entregou para cada município todas as doses repassadas pelo Ministério da Saúde, necessárias para a execução da campanha”, comenta o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, que também convoca a população a ir aos postos de saúde e procurar imunização contra a Influenza e seus agravos.  

As vacinas utilizadas nas campanhas nacionais são trivalentes, seguras e sua composição é determinada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O Ministério da Saúde repassa as doses para a Saúde do Estado, que por sua vez redistribui proporcionalmente aos municípios, que ficam responsáveis pela vacinação da população e alimentação do sistema sobre dados vacinais.

A campanha é dirigida aos indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, professores das escolas públicas e privadas.

Dentro dos grupos do público vacinal previsto para o Piauí, foram vacinados contra a Influenza: 55,50% das crianças, 51,97% dos trabalhadores de saúde, 51,97% das gestantes, 55,11% das puérperas, 60,26% dos idosos e 39,48% dos professores.

Vacinar é preciso

Sobre grupos que se disseminam no país e incentivam a população a não buscarem a imunização como estratégia para eliminação de doenças, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde(CONASS) emitiu uma nota, reforçando a importância da imunização, de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde. 

“Reconhecido internacionalmente, o Programa Nacional de Imunização propiciou resultados importantes, como por exemplo, a erradicação da Varíola, o controle da Poliomielite e a eliminação do Sarampo e da Rubéola Congênita como problemas de saúde pública. Para garantir estes últimos avanços, e conquistar resultados semelhantes contra doenças cujas vacinas foram recentemente incluídas no calendário nacional, é essencial a manutenção de coberturas elevadas e homogêneas em todo o país”, e que repudia qualquer movimento contrário e que “tentam minar a credibilidade das vacinas e consequentemente o alcance das ações de imunização”.

Com informações da Assessoria

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